O último episódio de Se Desejos Matassem, da Netflix, deixa o espectador com a pulga atrás da orelha. Em vez de respostas fáceis, o roteiro lança pistas que conectam passado e presente, revelando como um simples aplicativo virou um ciclo de mortes.
A seguir, resumimos os pontos-chave: a verdadeira criação do Girigo, o sacrifício que desencadeia a maldição, as mortes confirmadas e as perguntas que ainda ecoam. Tudo em formato rápido, ideal para quem adora novelas, doramas e acompanha o Resumo de Novelas.
Como nasceu a maldição do Girigo
Girigo começou inocente, pensado por estudantes como um “diário de desejos”. O ponto de virada ocorre quando Si-won realiza um ritual doméstico, recheado de sacrifício e práticas espirituais. A partir daí, o app passa a conceder desejos de verdade, cobrando a vida do usuário em até 24 horas.
A cadeia mortal se fortalece depois que Hye-ryung, humilhada pela amiga, se sacrifica pedindo vingança contra todos que a feriram. Na sequência, Si-won, tentando retomar o controle, faz outro pedido: que a maldição jamais termine. Esses dois desejos opostos se fundem, transformando o aplicativo em uma força incontrolável.
Imagem: Netflix.
Desfecho aberto: quem morreu e o que continua em jogo
Na linha do tempo atual, Haetsal e Se-ha descobrem que o maehyung — núcleo espiritual da praga — está no celular de Si-won. Haetsal se oferece como boneco espiritual, permitindo que Se-ha destrua o aparelho. O ato freia o Girigo, mas não garante fim definitivo, reforçando o tema de sacrifício que permeia toda a trama.
Entre os destinos incertos, Na-ri some após ser derrotada por Se-ha, sem confirmação de morte. Já Bangwool exibe um olho vermelho na cena final, sinalizando possessão parcial, porém consciente. A sequência pós-créditos mostra um novo usuário recebendo o app, sugerindo que o mal apenas mudou de hospedeiro. Em suma, as mortes iniciais cessam, mas o suspense sobre o retorno do Girigo permanece — deixando espaço para possíveis continuações e garantindo muita discussão entre fãs.

